quinta-feira, 26 de março de 2009

Esperando, esperando, esperando...


Marina nunca gostou de esperar. Na sua vida, sempre tomou a frente dos projetos em que se envolvia simplesmente para que não ficasse dependendo demais dos outros. Ela achava que depender de alguém não era bom. Era sinal de fraqueza...
No trabalho, se dava muito bem com as pessoas. Aliás, todos gostavam de trabalhar com ela: Marina sempre resolvia qualquer problema, nunca deixava para depois... em alguns casos, ficava até 10, 11 da noite no trabalho, mas sempre resolvia suas pendências. E a dos outros, quando estas impactavam no seu desempenho.
Mas ela, sem perceber, tinha levado isso para seu lado pessoal. Achava que era sinal de fraqueza demonstrar seus sentimentos, pois isso significava ter que esperar e aceitar uma resposta sobre o sentimento do outro. E mais, a partir do momento em que estivessem na mesma sintonia... teria que dividir, pois as decisões não seriam só dela... ela não teria mais o controle da situação.
Não é preciso dizer que seu último namoro terminou porque ela não queria pedir pra ele ficasse. Ela fingiu que não sentia nada. Era mais fácil... assim ela não ficaria à mercê da resposta dele. E na cabeça dela, não teria que esperar
Ledo engano...dizem que até hoje Marina espera... o feitiço virou contra o feiticeiro... hoje ela não espera mais o ex... hoje ela simplesmente espera. Não sabe ao certo o que. Às vezes dá um passo aqui, outro acolá, sempre achando que está se antecipando. Mas... cuidado, Marina... apesar de achar que não, você continua esperando.

5 comentários:

tdantas disse...

Bel, diz a Marina q o importante mover-se, pode ser até devagar, mas nunca ficar parado.
Tem uma história da vaquinha q fala assim: 2 mongens foram passear e se encontraram numa terra linda, cheia d planícies e campos verdes. Pararam p pedir um copo d água numa casa bem humilde q se encontrava no terreno. E, lá, eles perguntaram como o povo da casa se sustentava. Eles disseram q apenas c uma vaquinha; ela q fornecia o leite e, c ele, fabricavam a manteiga e o queijo p vender.
Após beberem água, os monges se foram e, no caminho, encontraram a tal vaquinha. Então o mestre falou p seu dicípulo: "Vai lá e empurra a vaquinha do penhasco". _ O aprendiz foi lá e, simplesmente, obedeceu seu mestre.
Após 12 meses, os mesmos monges passaram p lá e ficaram impressionados c as mudanças; eram campos cheios d plantações, animais e um casarão. Eles pararam e pediram água novamente. Aproveitaram e perguntaram como aquilo tdo tinha acontecido e o fazendeiro falou: "Vcs lembram daquela vaquinha? Pois ela morreu! Então nos vimos na necessidade d procurar outra forma d sobreviver e nos demos mto bem".
MORAL: Não espere! Não espere sua vaquinha morrer! Crie opções e as torne possibilidades! E nunca deixe d aproveitar oq já tem.

Bel Lucyk disse...

Thiago!
Olha só, ganhei um leitor assíduo do blog! =)
Gostei da história da vaquinha... Acho que vou empurrar a vaquinha da Marina no penhasco e ver como ela estará em um ano! rs rs
bjs

Marcelo Faccenda disse...

ai... :o(

Fafá Póvoas disse...

Putz... o Thiago mandou muito bem o recado dele!! Adorei!!

Love u

Bel Lucyk disse...

=)