quinta-feira, 5 de novembro de 2009

So what?


Sabe quando a gente se sente anestesiada? E que esse estado só é alterado para pequenos lampejos de ânimo, mas no resto do tempo você está ou angustiada ou sem vontade para qualquer coisa?
Então, era assim que ela se sentia. O tempo todo. As vezes acordava se sentindo bem. Outras tantas não tinha coragem de levantar da cama. Nesses dias, ia para o trabalho mecanicamente. Lia os emails mecanicamente, respondia mecanicamente. Conversava com os colegas de trabalho mecanicamente. Resolvia problemas no mais clássico modelo de condicionamento operante. Fazia Skinner feliz. Tudo estava ligado no piloto automático. Às vezes, estava tão inerte na cena que não se lembrava depois do que tinha acontecido. Tomava decisões e não se lembrava delas. Seu corpo estava ali. Na maior parte das vezes, sua mente também. Mas seu coração... esse andava longe.

4 comentários:

Vivian disse...

...êita
este negócio do coração
andar longe, é tudo de bom!!

rsrsr


beijos linda!!

Madame Mim disse...

Coração andarilho, hein?
Tem dias que fico no piloto automático tbém, no fim de ano, especialmente.
Beijão, qrida!

E beijo p/ o Zeca, aquele gato!:)

Ludmila disse...

claro que tava longe, tava aqui no ceará, terra boa de viver e de soltar o coração... palhaça! beijo!

Bel Lucyk disse...

- Vivi, nem spe coração longe é bom. Aliás, ainda nao sei onde ele foi parar! kkk
- Cris, o que me consola é que no piloto automático ao menos as coisas continuam andando! =)
- Lud, palhaça é vc! kkkkk Ceará é terra boa sim! Saudade amigona. Beijo