sábado, 31 de julho de 2010

Só podia ser cilada!

No decorrer da semana assisti a um episódio do Cilada, programa de Bruno Mazzeo, que passa no Multishow. Vale dizer que esse  programa é bem legal e esse foi, em especial, muito engraçado: ele e a namorada estavam dando uma apimentada na relação e tentaram várias coisas -  menage, casa de swing, visita ao sex shop, algemas e etc. Enfim, ri muito em frente à tv.  Outra coisa que assisti nos últimos dias foi uma comédia bem bobinha, intitulada "Pagando bem, que mal tem", cuja estória é sobre dois amigos que estão sem grana e resolvem produzir um filme pornô com orçamento mais que restrito e, apesar de contratar atores do ramo, eles acabam tendo que fazer uma cena de sexo na frente das câmeras.
Bem, esses dois acontecimentos televisivos são a única explicação para o sonho que tive essa noite, que foi hilário.
No sonho, eu era a namorada do Bruno Mazzeo e como no último episódio que assisti, estávamos dando uma apimentada na relação. Num dado momento, resolvi provocá-lo no meio da rua e resolvemos voltar rapidinho pra casa. Só que o prédio em que morávamos, apesar de ser residencial, tinha um shopping center no térreo. E para chegar em casa a gente tinha que passar por um grande estacionamento e várias lojas até chegar à portaria que, na verdade, era um quiosque de informação, onde tínhamos que pegar algo como um ticket de estacionamento para entrar no elevador.
Enquanto andávamos pelo shopping, a gente ia se esfregando e a cena era idêntica a que eu vi na comédia, em que os dois amigos ficavam falando sacanagem de forma bem caricata enquanto andavam pelo estúdio.  Quando chegamos ao quiosque, a fila era imensa e a gente continuou no mesmo ritmo, se esfregando, sem se importar com o que os outros ouviam, viam ou pensavam da cena.
 Até que num dado momento o Bruno vira pra mim e fala:
- Tô com uma coceira... (voz sexy)
- Ai, Bruno... (voz mais sexy ainda)
- Não é sério, é coceira mesmo! Não tô falando sacanagem agora não. Ai, tá coçando! Eu vou tirar a camisa!
- Bruno, não tira a camisa no meio do shopping!
- Bel, eu não tô aguentando! Eu vou tirar!
- Não tira, Bruno!
Ele não aguentou e saiu pulando, enquanto tirava a camisa e gritava:
- Esse prédio é um pulgueiro! Tenho certeza que tem pulga nesse lugar! A gente precisa se mudar daqui!
Como no Cilada, esse era o momento da simulação, e houve a troca de cena: o que se via era o estacionamento do prédio, onde havia uma multidão de pessoas e sobre elas, uma pulga gigante, de uns 5 mts de altura , que ia fazendo piruetas de balé enquando distribuia pulgas para todos.
 Eis que meu telefone tocou e eu acordei com uma amiga me chamando para correr no parque.

PS - Juro, eu não uso drogas!

3 comentários:

Joana disse...

Drogas eu não sei mas, dorgas... aí são outros quinhentos!

MarianaT disse...

Carai véi!! rs

Bel Lucyk disse...

- ahahaha, Jow, esse foi o ápice da minha loucura onírica, né?
- é, Maricotinha! Carai véi mesmo! =)