quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Zeca Visita

Imagino que uma mãe morre de orgulho quando visita alguém com seu filho e ele se comporta bem. Ontem comecei a noite assim, super satisfeita com meu cachorro. Vou explicar:
Combinei de sair do trabalho, passar em casa, buscar o Zeca  e ir direto para a casa de uma amiga. O motivo da nossa reuniaozinha era testar um produto para o cabelo, que segundo ela, era super ultra mega power eficiente quando o assunto é hidratação. E pediu pra levar o meu cão porque é apaixonada por esses seres de quatro patas e há alguns anos teve que doar o seu depois de constantes multas do condomínio por barulho e hoje em dia morre de saudade de ter um por perto.
E assim fiz, passei em casa, troquei o salto pelo chinelo, peguei o cão e fomos pra lá. É importante dizer que o Zeca nunca tinha ido à casa da minha amiga e estava super agitado: desceu do carro me atropelando e enquanto corria no corredor, já sem guia, sempre olhava pra trás, procurando meu olhar de aprovação ou não, pra seguir adiante. 
Assim que chegamos, fez o reconhecimento de área. Pulou na minha amiga, cheirou todos os móveis e ficou cheirando de longe uma mesinha onde estavam alguns enfeites. Ele fez isso boa parte da noite, mas não chegava perto. Das poucas vezes que o fez, olhava pra mim e era só ouvir o meu não que saia de perto.
Minha amiga pegou uma bola pra ele se divertir e ele ficou andando com ela na boca por algum tempo. Mas depois que a casa deixou de ser novidade, deitou e ficou ali, quietinho: sim, eu estava orgulhosa daquele ser sem noção que vive aprontando na minha casa. 
E aí começamos a conversar sobre o exemplar comportamento do Zeca: minha amiga é uma das madrinhas dele e foi uma das responsáveis pelo nome do cão e como o conhece desde pequeno, sabe muito bem  que destruia sapatos, mesas, cadeiras e tudo mais que encontrava pela frente. 
Enquanto conversávamos animadamente lembrando dos bons tempos em que éramos vizinhas (moramos na mesma quadra por algum tempo), ele resolveu levantar de novo para dar uma passeada pelo recinto. Até aí, tudo bem. Mas ele foi até a geladeira, abriu  a porta sem a menor cerimônia, na nossa frente, viu que não tinha nada de seu interesse e voltou para o sofá.
E aí, todo o orgulho foi por água abaixo...


2 comentários:

Fafá Póvoas disse...

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Bjos

Joana disse...

Morro de orgulho do Zé cocô!